Blog Além das Palavras...

Autora: Gabriel Signori
Turma: 3ª série do Ensino Médio
Unidade: Região Alta
Professora: Flávia Zanatta


A necessidade de combate à perda e ao desperdício de alimentos passou a fazer parte da vida das pessoas a partir das mudanças ocorridas na 3° Revolução Industrial. Essas são, mais precisamente, o crescimento da população mundial em um nível acelerado e o aumento das disparidades financeiras causadas pelo avanço do capitalismo. Esses fatores servem como combustível para a cultura do desperdício.
Em primeiro plano, vale ressaltar que a desigualdade na distribuição de alimentos no mundo é um fator histórico. Isso fica claro ao analisarmos os processos de colonização e imperialismo, os quais tardaram a chegada de novas técnicas de cultivo e industrialização alimentícia nos países afetados. Caracterizou-se o desequilíbrio de acordo com o qual países desenvolvidos possuem comida em abundância e os subdesenvolvidos sofrem com sua carência.
Ademais, pode-se citar o surgimento de teorias superpopulacionais, como a Malthusiana, para entendermos os reais problemas do desperdício. Compreendendo-a, entende-se que a população mundial cresce em progressão geométrica e a produção alimentícia não segue esse padrão. Desse modo, cada vez mais torna-se perceptível a importância de economizarmos os alimentos para o futuro próximo.
Analisando esse cenário, pode-se concluir que o ser humano passará por diversos problemas se não houver a conscientização do uso de alimentos. Logo, cabe aos governos mundiais criarem palestras e instrumentos de ensino que atinjam a população em geral, para enfatizar o controle alimentício correto e sua importância. Somente desse forma teremos uma maior igualdade na distribuição de alimentos.

Autora: Laura Barzotto Klafki
Turma: 3ª série do Ensino Médio
Unidade: Região Alta
Professora: Flávia Zanatta


Segundo a Teoria Malthusiana – assim denominada por ter sido elaborada por Thomas Malthus – em breve a população mundial seria dizimada devido à falta de alimentos, uma vez que estes cresceriam em progressão aritmética e aquela, em progressão geométrica. No entanto, esse pensamento não se concretizou, visto que o estudioso não previu a utilização de fertilizantes, o uso de anticoncepcionais e o manejo da tecnologia a favor do aumento da produção de gêneros alimentícios e do controle de natalidade. Todavia, a fome e a poluição gerada na agricultura ainda devem ser consideradas dores de cabeça do mundo todo, mas agora por outro motivo: o desperdício. É imprescindível, pois, conscientizar a população de que o combate a essa mazela pode ser um analgésico.
Todos os dias, milhares de árvores são desmatadas para dar lugar a lavouras e áreas destinadas ao pastejo animal. Como se não bastasse essa atrocidade às áreas verdes, o uso de agrotóxicos para o combate às pragas nas plantações é extremamente presente, contaminando o solo e os recursos hidrográficos. Esses insumos aumentam consideravelmente a produção, resultando em um montante muito superior ao consumido pela população que o compra. O que sobra é descartado de forma inconsciente e egocêntrica, já que na maioria das vezes não se pensa nos indivíduos que não têm condições de pagar por um alimento.
Tendo isso em vista, é possível afirmar de forma indubitável que milhões de pessoas passam fome no mundo devido ao individualismo da maior parcela das pessoas mais privilegiadas. Enquanto programas de culinária desperdiçarem quilos de comida a cada edição, profissionais midiáticos, como youtubers, utilizarem alimentos de forma indiscriminada e com o único objetivo de ganhar fama – como o episódio da banheira de Nutella – o progresso da sociedade mundial não será alcançado. Esta precisa atuar de forma conjunta, para que menos vítimas da fome sejam feitas e menos danos ao meio ambiente sejam causados.
Faz-se evidente, portanto, a importância da disseminação de projetos que incentivem a luta contra o desperdício de gêneros alimentícios através dos meios de comunicação de grande alcance, como sites da internet e programas de televisão. Aos programas de culinária deve ser sugerida a doação dos pratos feitos e não consumidos a instituições carentes. Ainda, seria interessante a realização de oficinas nas escolas que passassem aos jovens a percepção de preservação dos recursos naturais não renováveis e o pensamento de ajudar a quem necessita. Juntos, podemos formar uma sociedade mais empática e garantir que o que sobre seja apenas carinho e afeto.

As turmas da 4ª série vêm explorando vários gêneros textuais em diferentes propostas de estudo.

A 4ª série C envolveu-se em uma escrita que foi chamada de "Momento inspiração". . Para essa proposta, cada criança trouxe algo que considera especial: uma fotografia, imagens, alguma escrita, um desenho, objetos...
O momento foi muito esperado pela turma e trouxe inspirações para a escrita.


Estudante: Isadora Lanius
Turma: 4ª série EF
Unidade: Lajeado
Professora: Neiva Rodrigues

Meu super pai!

Lindo como as nuvens
Seu sorriso brilha como o sol
Seus olhos castanhos iguais à terra
Esse é o meu super pai
que tem o coração mais lindo do mundo
E sempre vai ser a preciosidade da minha vida
Ele é a razão do meu viver


Estudante: Clara W. Dalcin
Turma: 4ª série EF
Unidade: Lajeado
Professora: Neiva Rodrigues

Pequenas coisas

Andar de bicicleta
Brincar com a boneca
Falar com o cachorro
Jogar um jogo
Brincar na rua até tarde
Dançar até que a música acabe

Essa é a vida: simples, porém linda
E nunca esqueça de agradecer, pois como dizem:
a felicidade está nas coisas simples!
Viu como não custa ser feliz!

Estudante: Manuela Faleiro Kirchheim
Turma: 9ª série EF
Unidade: Lajeado
Professora: Leticia Gracioli

 

Dei meu primeiro passo.
Apertei meu primeiro abraço,
Aproveitei o que pude,
mesmo sendo meio rude.

Você sentirá quando eu chegar,
Na sombra do meu olhar.
Vestida de preto no meio do nada
te pegarei com uma leve risada.

Não chores antes de ir.
Não desejes do mundo sair.
Só tu levarei quando precisar,
antes disso razão não há.

Um dia, eu vou chegar.
Um dia, vou te levar.
Um dia tu vais chorar.
Um dia, ao mundo, tu vais querer voltar.

Todos os dias tenho que trabalhar,
Almas não seu aonde levar.
Quando tua hora chegar, certamente vou dizer:
-Olá sou a Morte, muito prazer.

Antes de eu te levar
Não te importe quando o tempo passar.
Tudo que puder, viva
Quando isso acabar, espera vou chegar.

Estudante: Júlia Berté
Turma: 9ª série EF
Unidade: Lajeado
Professora: Leticia Gracioli

 

Tenho medo,
Medo de me apegar demais
Medo deste segredo
Que parece não me abandonar jamais.

Tenho medo,
Medo deste seu abraço
Medo que seja muito cedo
Que estrague o que nem eu conheço.

Tenho medo,
Medo de me apaixonar
Medo de me entregar
E como sempre, tudo acabar.

Tenho medo,
Medo que meu mundo desabe
Medo que os defeitos estraguem
O que um dia pude chamar de meu.

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